Empresa de Dedetizacao de Cupim Guaruja

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Empresa de Dedetização de Cupim Guarujá, Nossas equipes técnicas são Treinadas Constantemente, durante a avaliação do local, analisa e identifica o tipo de cupim e define o melhor tratamento nos locais a serem tratados e o nível de infestação no móvel ou imóvel.

A falta de conhecimento do comportamento e da biologia de cupins é um dos fatores que mais prejudica o seu controle pelo menos de maneira satisfatória.

Empresa de Dedetização de Cupim Guarujá, O conhecimento dos cupins ainda é muito deficiente em nosso país e até hoje, apesar de novas pesquisas, pode ser considerado insuficiente.

Os cupins se alimentam de materiais celulósicos e lignocelulósicos como: madeira viva (árvores), madeira morta (em diferentes estágios de decomposição), gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc.

As espécies que causam danos à madeira são principalmente das famílias Kalotermitida e Rhinotermida. FALE CONOSCO…

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Coptothermes Gestrói “cupins subterrâneos, consiste em uma boa avaliação e tratamento de solo, madeiramentos fixos, redes elétricas e telefonia, em imóvel e edificação e necessário a maioria das vezes tratamento de solo.

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Xilófagos “carunchos, brocas, consiste em uma boa avaliação e tratamento da peça atacada.

Se não forem controladas de maneira correta e em tempo hábil, eles podem devorar moveis e objetos de madeira, couro, roupas, concreto e casas inteiras causando prejuízos inimagináveis.

A SABER:

O uso de alguns produtos para o controle de cupins é restrito a entidades especializadas e, mesmo produtos de venda livre devem ser manipulados com segurança.

As principais estratégias de controle de cupins serão apresentadas por profissionais que conheçam o seu ofício.

O ponto mais importante na contratação de uma empresa profissional é a certeza de estarem utilizando as ferramentas corretas para fazer o controle, com toda a segurança para os moradores ou frequentadores da estrutura tratada e os termos de garantia em contrato, onde a eficiência dos produtos e a segurança do ser humano são tratadas com responsabilidade.

Os cupins são também conhecidos por térmitas, formigas brancas (operários), siriris ou aleluias (alados reprodutores). São insetos da ordem Isoptera (iso = igual; ptera = asas).

Atualmente, existem cerca de 2.800 espécies de cupins identificadas, distribuídas principalmente em regiões tropicais e subtropicais, com algumas espécies em lugares de clima temperado e outras em regiões desérticas.

Os cupins se alimentam de materiais celulósicos e lignocelulósicos como: madeira viva (árvores), madeira morta (em diferentes estágios de decomposição), gramíneas, raízes, sementes, fezes de herbívoros, húmus, etc.

A digestão da celulose é feita com auxílio de microrganismos simbiontes intestinais: bactérias, fungos ou flagelados.

As espécies que causam danos à madeira são principalmente das famílias Kalotermitidae e Rhinotermidae.

O número de espécies importantes é relativamente pequeno, mas estas espécies tendem a apresentar distribuição ampla.

Sua expansão é facilitada pelo transporte de madeira pelo homem de uma região para outra e pelas condições favoráveis encontradas em cidades.

BIOLOGIA DOS CUPINS

Os cupins ocorrem nas áreas tropicais e temperadas do mundo, entre os paralelos 52o N e 45o S. Reúnem-se todos na Ordem Isoptera (do grego, isos = igual, ptera = asas, pois os alados apresentam dois pares de asas quase iguais).

A Ordem Isoptera tem mais de 2800 espécies descritas. Excluídos os fósseis, estão representados nas Américas por cerca de 90 gêneros em 05 famílias, com cerca de 640 espécies.

Registram-se no Brasil cerca de 290 espécies em 67 gêneros. Este número de espécies é seguramente subestimado, pois há muitas espécies novas para descrever e outras, já descritas, provavelmente serão assinaladas no nosso meio.

Os cupins são mundialmente conhecidos por térmites (do latim, termes = verme). O nome cupim é de origem Tupi e, portanto, genuinamente brasileiro.

Cupins são insetos sociais. Assim, há completa interdependência entre os indivíduos. As comunidades possuem indivíduos de diferentes morfologias (castas), adaptadas ao trabalho que desempenham.

As colônias de cupins apresentam, basicamente, três castas de indivíduos: alados, soldados e operários.

Em uma colônia saudável também encontram-se ovos e jovens. Soldados e operários são designadas castas neutras, por serem estéreis. Porém, diferentemente das abelhas e formigas (cujas castas não reprodutoras são compostas exclusivamente por fêmeas), soldados e operários de cupins preservam o sexo genético, bem como resquícios do aparelho genital e das gônadas, correspondentes ao respectivo sexo.

Assim, na língua portuguesa, é incorreto falar em “operárias” de cupins para designar uma casta composta por fêmeas e machos. As comunidades de cupins vivem em ninhos.

O conjunto comunidade e ninho constitui a colônia. O ninho varia enormemente em complexidade arquitetural, dependendo da espécie considerada.

Pode ser representado por simples conjunto de túneis difusos pelo solo e sem padrão arquitetônico bem definido, até uma construção muito elaborada, de padrão bem definido e de grande beleza plástica.

Alguns ninhos podem atingir grandes dimensões, seja em altura, seja em diâmetro.

Os ninhos preservam as condições microclimáticas (especialmente temperatura e umidade) adequadas à vida saudável de todos os indivíduos.

Além de moradia o ninho provê segurança contra inimigos e contra as adversidades do meio ambiente.

Nele se abrigam todos os indivíduos que não estão envolvidos em atividade externa de forrageamento (procura e coleta de alimento), os reprodutores e os imaturos em várias fases de desenvolvimento.

A alimentação dos cupins é constituída basicamente de materiais de origem vegetal. Entretanto cupins urbanos podem atacar materiais de natureza bastante diversa como: gesso, plástico, couros, tijolos, argamassa, mantas impermeabilizantes, etc.

Os cupins desempenham papéis ecológicos fundamentais nos ecossistemas naturais, São importantíssimos na reciclagem dos nutrientes acumulados nos tecidos vegetais.

Atuam na aeração e drenagem do solo, bem como transportam os nutrientes entre os seus perfis. Participam ativamente no processo de gênese de alguns tipos de solo.

Mantém, também, complexas relações ecológicas (competição, simbiose, predação, parasitismo, comensalismo, etc, com diversas espécies de organismos).

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